terça-feira, 14 de dezembro de 2010

E-commerce: a nova onda da internet

E-commerce significa em português comércio eletrônico. Basicamente, as empresas especializadas neste tipo de serviço gerenciam por completo os sites de compras de seus clientes. Algumas começam na etapa de criação da loja virtual e outras já oferecem o serviço a partir da operação do sistema de comércio eletrônico, gerenciamento da equipe envolvida e até mesmo o envio das mercadorias. A empresa contratante terceiriza todos os serviços virtuais e pode concentrar esforços em desenvolver cada vez mais sua área especializada de atuação. Funciona como um departamento comercial de uma empresa. É ele o responsável por todos os assuntos relacionados a vendas, enquanto o restante da coorporação se empenha em outras funções.

No Brasil, o setor está tomando cada vez mais espaço. Entre 2007 e 2009, o país foi o principal mercado de e-commerce da América Latina, de acordo com um estudo feito pela America Economia Intelligence. Só no ano passado, o crescimento registrado no setor foi de 170% no Brasil contra 39,2% em todos os países da América do Sul e Caribe. A previsão é de que até o final de 2011, as vendas online cresçam 58% na América Latina, atingindo cerca de 60 bilhões de reais.

Os shopping centers paulistanos que o digam. Eles perderam em vendas quando comparados com o comércio feito pela internet. Nos primeiros sete meses de 2010, as lojas virtuais faturaram 7,8 bilhões de reais e cresceram mais do que qualquer outro setor do varejo, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (Fecomércio).

Se por um lado alguns setores saem prejudicados, por outro são muitos benefícios. Para o consumidor, a comodidade de escolher o que precisa sem sair de casa. Nos grandes centros, ele evita o trânsito, as filas e a confusão dos shoppings centers lotados. Não gasta com transporte, estacionamento ou alimentação durante as horas que precisa para realizar uma compra.

Para o setor, as vantagens são o crescimento, com conseqüente criação de novos campos de trabalho e possibilidades de desenvolvimento. Tanto em termos de tecnologia como de segurança e gerenciamento de processos à distância, o e-commerce parece ser um dos mais novos desafios para quem está ingressando no mercado de trabalho. Para os profissionais “velhos de guerra”, uma reciclagem de conhecimentos é o mais indicado. Pouco conhecedores das infinitas possibilidades da gigantesca World Wild Web, nada melhor do que uma atualização para não perder competitividade nesse mercado tão mutante e talvez por isso, tão desafiador.

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